
Bloconeco

Pocket Show

Que bicho será

Pocket Show Kids

O Organista

Pocket Show Kids

O Organista
O espetáculo é uma colaboração internacional entre o grupo brasileiro Mosaico Cultural e a companhia espanhola Titiriteros de Binéfar. A apresentação aborda o luto, resistência e ancestralidade a partir da trajetória de uma menina guiada simbolicamente por uma onça.
A exposição apresenta o universo poético e técnico de Catin Nardi, um dos principais marionetistas brasileiros contemporâneos. Seus bonecos transitam entre teatro, televisão, educação e pesquisa artística, revelando inovação constante em estética e manipulação.
Destaques da Exposição:
O Catavento (1994)
Primeira montagem do Teatro Navegante.
Reflexão sobre relações humanas e natureza.
Mais de mil apresentações até 2000.
Pocket Show (1996)
Núcleo de pesquisa técnica do artista.
Desenvolvimento de mecanismos, sistemas e linguagem própria de manipulação.
Objetos e bonecos em processo de construção.
Revelam os processos criativos e técnicos do artista.
Hoje é Dia de Maria (2004)
Bonecos utilizados na TV Globo, destaque da minissérie.
Reconhecidos pelo público e mídia brasileira.
Bloconeco – Bonecos Gigantes Anões (2008)
Bonecos habitáveis, inspirados nos gigantes tradicionais, porém compactos.
Manipulação por cordas, criando movimento e estética únicos.
Conceito Curatorial
A exposição evidencia Catin Nardi como artista e pesquisador.
A marionete é apresentada como objeto cênico, poético e pedagógico, capaz de habitar palco, rua, festivais pelo mundo e televisão, em constante transformação.
Alfredo Vianna, mineiro, é ator, humorista e apresentador conhecido nacionalmente como Totonho, da consagrada dupla Caju & Totonho.Com décadas de carreira, tornou-se referência do humor popular brasileiro, unindo espontaneidade, inteligência e forte conexão com o cotidiano.Vencedor do Festival IBM de Novos Humoristas do Brasil, destacou-se no rádio, televisão e teatro, ampliando sua projeção nacional.Na TV, participou da Record Internacional, do Alterosa Esporte e de produções da TV Alterosa, incluindo o humorístico Caju & Totonho em Off.No rádio, integrou emissoras como 98 FM, Graffite, Acorda Pascoal e Rádio O Tempo, além do quadro Barba, Cabelo e Bigode, atuando também como apresentador.Nos palcos, brilhou na comédia O Marido da Minha Mulher, com grande interação e sucesso de público.No cinema, participou do filme Pequenas Estórias, expandindo sua atuação no audiovisual.Realiza ainda shows internacionais para comunidades brasileiras no exterior.Também conduz workshops corporativos, utilizando o humor como ferramenta de comunicação e integração.Seu trabalho preserva a cultura popular brasileira e continua encantando públicos de todas as idades.
Mestre Chico Simões é um renomado mamulengueiro brasileiro, com décadas de experiência em teatro de bonecos e intervenções culturais de rua.
Sua carreira é marcada por espetáculos que misturam tradição popular, música e narração teatral.
Entre suas criações mais conhecidas está a personagem “Misericórdia da Paixão”, símbolo de humor, crítica social e sensibilidade popular. “Misericórdia” é o mestre de cerimônia da Mostra internacional de Teatro de bonecos e a cada edição recebe o público, os convidados e as autoridades na cerimônia de abertura do festival!
O Bloconeco é um cortejo espetáculo de rua que foi idealizado para representar culturas de diversos lugares do mundo. Músicas, figurinos, danças e jogos teatrais representam características artísticas de diferentes expressões e locais. Criado em 2008 pelo marionetista Catin Nardi para recriar os blocos de bonecos gigantes tradicionais em um novo formato único e original.
A performance “Queima de Bonecos”, uma experiência teatral única e divertida. Combinando música, humor e a manipulação de bonecos em uma narrativa envolvente e lúdica, bonecos especialmente confeccionados serão simbolicamente “queimados”, criando efeitos visuais surpreendentes. Toda a performance será acompanhada por uma trilha sonora animada, que intensifica a atmosfera festiva. A segurança do público e da equipe será prioridade, com presença de profissionais treinados e brigada de bombeiros no local.
Reconhecido por seu espetáculo solista original e sem textos, utiliza balões como objetos e os transforma em bonecos apresentados por uma personagem excêntrica que transita entre a ingenuidade e a crueldade poética.
Victor Ávalos: Artista com 33 anos de carreira internacional, apresentou-se em 27 países em diversos contextos – teatros, circos, ruas, praças, cruzeiros e cassinos. Ministra diversas oficinas de bonecos gigantes com balões construindo animais como Dragões, Polvos e outros bichos de grande dimensões. Suas oficinas concluem com apresentações envolvendo o grupo de alunos-as que participam do processo de criação na manipulação e interpretação em apresentações e desfiles.
Detentor de importantes prêmios internacionais na América, Ásia e Europa, incluindo dois Guinness Records (Xiamen, China, 2017 e 2018), Melhor Ato de Comédia com Balões no Millennium Jam (Moll, Bélgica) e Palhaço do Ano em duas edições do Festival de Valparaíso (Chile). No Brasil, soma mais de 200 cidades em apresentações e oficinas, consolidando uma trajetória de destaque no cenário da comicidade e da arte circense.
Perdido em uma ilha esquecida em algum lugar do Atlântico, seja subindo em um coqueiro atrás de alimento, tentando convencer uma minhoca a ir para o anzol, em busca de um tesouro ou até mesmo fazendo amizade com uma orca, Charlie mostrará a todos que para tudo na vida há uma saída e que por isso ele é conhecido pelos Sete Mares como “O Velho Lobo do Mar”
Trip Teatro: A Trip Teatro está atuando há mais de 35 anos. Fundada em 1989, firmou-se como uma importante companhia teatral do Brasil. Apresentou-se em todas as capitais do país e em outros 17 países de 4 continentes (América do Sul, Europa, África e Ásia), participando de importantes eventos do gênero.
Num mosteiro muito antigo, onde se produz a melhor cerveja daquela região, a notícia da visita do Papa causa grande confusão. Conseguirá o Frei beberrão conter sua sede e reservar o melhor barril de cerveja para o Papa? Ou será necessário contar com a ajuda do popular Kasperl e sua maneira politicamente incorreta de resolver qualquer situação?
Trip Teatro: A Trip Teatro está atuando há mais de 35 anos. Fundada em 1989, firmou-se como uma importante companhia teatral do Brasil. Apresentou-se em todas as capitais do país e em outros 17 países de 4 continentes (América do Sul, Europa, África e Ásia), participando de importantes eventos do gênero.
“Giramunda Circo” é um espetáculo cênico que dialoga entre as técnicas e poéticas da palhaçaria, do malabarismo, da pirofagia e o teatro de formas animadas. Em cena a palhaça Giramunda apresenta o universo do malabarismo e convence a platéia de que fará seu número mais perigoso: pular um arco de fogo. O espetáculo é de classificação livre, apresentado para todas as idades.
Tudo começa com o misterioso aparecimento de um ovo na fazenda. Narrador e bichos tentam descobrir com muito entusiasmo o que se passa, tudo se torna mais um motivo de curiosidade para libélula, patos, coelho e galinha.
O elenco de bonecos e o cenário de “Que Bicho Será?” foi todo construído a partir de materiais naturais, principalmente cabaças, sementes e palhas, que em cena dão vida a uma diversidade de bichos e revelam um mundo de novidades capaz de encantar a crianças e adultos.
Um enorme elefante, um ser sagrado, um ser místico, um ser gigante, caminha acompanhado por uma multidão que ele mesmo forma. Ele aparentemente vem sozinho, sem carregar nada, mas dentro dele há muitas memórias. Um elefante nunca esquece. Dentro dele cabe um mundo. O grande animal cênico tem tripulantes dentro dele, que ele carrega em uma longa jornada, pessoas que ele resgata no caminho por onde ele passa. Eles foram socorridos pelo Elefanteatro e esperam chegar em um lugar bom. Quem precisa de abrigo é sempre o outro, até sermos nós mesmos. No caminho do elefante sempre haverão outros a serem resgatados.
Seu Geraldo é um violeiro e cantor de setenta e três anos. É uma figura singular que gosta de falar com a sua platéia sem barreiras, sobre o assunto que a ocasião mandar. Faz seu show ao lado da namorada Dona Catarina, de oitenta e um anos, e Ana, sua irmã. Os três relembram músicas antigas e sempre surpreendem pela escolha de seu repertório e pelo teor inesperado até de suas conversas mais triviais. Seriam três idosos como outros tantos, não fossem eles marionetes de fios esculpidas em madeira absolutamente conscientes de que são seres humanos normais, com os mesmos direitos e deveres de qualquer cidadão.
Inspirado no mamulengo, no cordel e na xilogravura, o espetáculo apresenta um recorte ficcional da vida dos famosos cangaceiros. A montagem destaca-se pela transmutação mágica entre atores-manipuladores e seus próprios bonecos em uma narrativa repleta de aventuras e humor.
Performance que investiga a relação entre objetos de uso quotidiano e a memória individual e coletiva. Utiliza teatro de manipulação cruzado com multimídia, como projeções em tempo real e sonoplastia, para transformar objetos comuns em atos de imprevisibilidade no espaço virtual.
Uma obra sensível de marionetes que narra a história de Tulu, um menino indígena que vive em harmonia com a floresta. O espetáculo aborda a urgência da preservação ambiental quando o lar de Tulu é ameaçado por queimadas, valorizando a cultura indígena e a consciência ecológica.